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  • Lg. DOMINGOS P ARAUJO
Caracterização

 

                  

 
CARACTERIZAÇÃO DA FREGUESIA DE FREIXO
 

 A Freguesia de Freixo, simples e acolhedora, faz parte das 51 freguesias do concelho de Ponte de Lima. Localiza-se a cerca de 17 km da sede do concelho, na área Sul do mesmo, possuindo 1.600 habitantes, 1446 residentes e 1310 eleitores (2011).
Separada do Vale do Lima pelo Monte da Nora, situada no Vale do Neiva confronta com as seguintes freguesias: A Norte com Friastelas e Vitorino de Piães, a Sul com Sandiães e Ardegão, a Nascente com Mato e a Poente com Poiares e Navió.
Num raio de 5 Km, com centro na freguesia de Freixo, constata-se a existência de 13 freguesias, faltando acrescentar às anteriormente referidas, as freguesia de Calvelo, Cabaços, Fojo Lobal, Gaifar e Vilar das Almas, com uma população na ordem dos 10.000 habitantes.
Tem como padroeiro S. Julião, uma área de 5,4 km2, sendo cruzada pela E.N. 306 (Barcelos/Paredes de Coura) e pela E.N. 308 (Viana do Castelo/Vila Verde). Dista da auto-estrada (entrada/saída de Anais) cerca de 6 km.
Dada a sua localização geográfica, serviços e comércios existentes funciona como pólo de desenvolvimento para a zona Sul do concelho de Ponte de Lima mais precisamente para o vale do Neiva onde se encontra inserida.
Podemos classificá-la em duas zonas distintas ou seja uma urbana constituída pelo Largo Domingos Pereira de Araújo – Largo da Feira (principal centro cívico da freguesia onde se encontra um magnífico fontanário inaugurado em 31 de Março de 1935 em cujo acto estiveram presente a banda de música dos Artistas de Cabaços, banda de música de S. Martinho da Gandra e a banda de música dos Órfãos de S. Caetano de Braga) e o Largo do Senhor dos Aflitos (Terreiro das Barreiras), bem como áreas anexas onde predominam o comércio e serviços, e outra rural com a maior superfície da freguesia, com predominância para os lugares de Paçô, Curutelo e Carvalhos onde se constata a existências de algumas explorações agrícolas, de média dimensão, vocacionadas para a pecuária de leite/carne e viticultura assim como a existência de uma agricultura de complementaridade, sendo outras as principais fontes de rendimento dos agregados familiares.
Nos últimos anos sofreu uma valorização e enriquecimento significativos nomeadamente a nível cultural, social, recreativo e infra-estruturas.
Existe actualmente, no largo do Senhor dos Aflitos, entre outros, um magnífico e avantajado freixo, exemplar digno de se visitar.


VESTÍGIOS ARQUEOLÓGICOS

Existe na freguesia vários vestígios arqueológicos nomeadamente uma mámoa no lugar de Fontelo com cerca de 22 metros de diâmetro, presumindo-se que esta construção possa ser do período neolítico entre 2500 a.c. e 1500 a.c.
Segundo os registos da arqueologia nacional, existe no monte de S. Cristóvão um castro romanizado com cronologia da idade do ferro, tendo-se descoberto no local vária cerâmica castreja e cerâmica comum romana.
O arqueólogo Carlos Alberto Brochado Almeida diz o seguinte: “ o conjunto cerâmico aponta para um largo período de ocupação do sítio, que se prolonga até ao baixo-império. Isto significa que este castro de S. Cristóvão foi habitado durante mil e tal anos, até 600 d.c. aproximadamente”.
Nos terrenos circundantes à capela de S. Cristovão, nomeadamente na mata de Curutelo, podemos encontrar inúmeros vestígios arqueológicos.
Nas áreas envolventes da igreja paroquial tem aparecido igualmente alguns vestígios cerâmicos apontando para períodos Antes de Cristo.


CASTELO DE CURUTELO

Localiza-se na encosta adjacente ao Monte de S. Cristovão, a Poente da mesma.
Presume-se que o topónimo Paço ou Paçô (um dos principais lugares da freguesia) lhe advenha do medieval Paço de Curutelo, que actualmente é designado por Castelo de Curutelo.
Monumento de longínquas eras. Segundo a referência do Capelão António da Silva Leva, o castelo de Curutelo terá sido fundado por volta dos anos 800, por um senhor das Astúrias descendente vertical dos Godos, de nome Alarico.
Mais tarde, por volta dos anos 1064, o castelo esteve na posse de Nuno Nudiz, que viveu no estado de casado em Riba de Neiva, no tempo de el-rei D. Fernando I de Castela quando este mesmo monarca tomou Coimbra aos mouros e ali teve a sua corte. E prosseguindo com a sua geneologia do dito fidalgo refere o seu autor:”… que pertencesse aos seus descendentes até Landugo Ordonhes, que casara sua filha com seu sobrinho Nuno Nodiz, que em seus filhos, netos ou descendentes se conserva a sucessão dela até à mulher de Nuno Viegas “O Velho”.
Em 1532 aparece o 5º Morgado de Coucieiro que, atolado em dívidas, vendeu ao Duque de Bragança e Barcelos, D. Jaime, cuja quinta aprazou a João Rodrigues do Lago “pelo bem que o tinha servido na jornada e conquista de Azamor, África do Norte, e por ser descendente dos primeiros senhores daquele castelo e quinta”.
No átrio de acesso à torre ameiada existe uma pedra com data do ano 1000.
As gentes destas cercanias contam que existiu neste castelo, um prepotente fidalgo conhecido pela alcunha de D. Sapo, que tinha direito a tirar a honra às donzelas, nas vésperas dos seus casamentos. Que este D. Sapo teria sido assassinado pela prática deste uso.
À presente data, o Castelo e Quinta de Curutelo pertence à família “Cerquinho Ribeiro da Fonseca”.

SECTOR ECONÓMICO

Como anteriormente se refere, podemos considerar a freguesia subdividida em duas áreas distintas ou seja uma área urbana onde predominam os serviços e comércios e uma outra rural, na qual se encontram inseridas algumas explorações agrícolas de pequena e média dimensão, para a região.
Possui uma feira quinzenal que, segundo “memórias paroquiais” mandadas elaborar por Marquês de Pombal, logo a seguir ao terramoto de 1755, já existia a essa data. Esta feira alterna com a que se realiza em Ponte de Lima.
Na vertente comercial refere-se a existência de: Farmácia, supermercados, mercearias, talhos, lojas de ferragens, lojas de mobílias, drogarias, ourivesaria, perfumaria, stands de vendas de automóveis, posto de abastecimento de combustíveis, fotografo, oficinas de carpintaria, oficinas de reparação de automóveis, fábrica de serração de madeiras, serralharias de ferro forjado e alumínio, prontos a vestir, sapataria, floristas, cafés, padarias, pastelarias, restaurantes, fábrica de transformação de granitos, alfaiate, cabeleireiras, barbeiro, peixaria.

 

SERVIÇOS E ACÇÃO SOCIAL

- Agrupamento das Escolas de Freixo
Possui a freguesia de Freixo a sede do Agrupamento de Escolas de Freixo, constituído no ano lectivo 2003/2004 pela integração da Escola dos 2º e 3º Ciclos de Freixo e de 14 escolas do 1º Ciclo do ensino básico e 7 jardins de infância, com uma área geográfica constituída pelas freguesias de Ardegão, Cabaços, Calvelo, Gaifar, Fojo Lobal, Friastelas, Freixo, Mato, Navió, Poiares, Sandiães, Vilar das Almas e Vitorino de Piães, tendo uma população residente na ordem das 7.368 pessoas.
Escola Básica de Freixo, tendo iniciado a sua actividade no ano lectivo 1986/1987, comemorou 25 anos de existência tendo a data sido assinalada a 1 de Outubro de 2011.
O Agrupamento de Escolas de Freixo é actualmente constituído por três Jardins de Infância e quatro Escolas Básicas. A Escola Sede (Freixo) inclui alunos de todos os ciclos do ensino básico e pré-escolar.
Presentemente (2011/2012) no ensino Pré-escolar possui 166 alunos, no 1º Ciclo do Ensino Básico 325 alunos, no 2º Ciclo do Ensino Básico 160 alunos e no 3º Ciclo do Ensino Básico 268 alunos.

- Secção de Freixo dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima
Instalada em instalações pertencentes à Junta de Freguesia de Freixo, está a Secção de Freixo dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima. Instalada e a funcionar desde 2001, possui um corpo voluntariado constituído por 34 elementos quer do sexo masculino quer feminino.
O parque de viaturas é constituído por um carro ligeiro para combate a incêndios, um desencarcerador e duas ambulâncias.
Trata-se de um serviço de socorro e de proximidade para com a população do Vale do Neiva, há muito tempo reivindicado por esta gente e que veio colmatar uma carência na região, tratando-se de um serviço acarinhado pela população envolvente.

- Lar de Idosos Casa de Magalhães
Recentemente inaugurado por Sua Exª o Senhor Ministro da Solidariedade e segurança Social, Dr. Pedro Mota Soares, veio colmatar uma necessidade há muito reivindicada pela população da zona Sul do concelho de Ponte de Lima.
Localiza-se num espaço agro-florestal com cerca de 6 ha dos quais 3 ha são agrícolas e 3 ha são de floresta, cedido gratuitamente à Câmara Municipal de Ponte de Lima pela família Lago Magalhães, à qual devemos encarecidamente reconhecer o gesto praticado.
Esta estrutura é pertença da Casa do Povo de Freixo, gerida pela Direcção, consubstanciada nos seus associados.
Presentemente encontra-se a desenvolver duas valências: Lar de idosos e apoio domiciliário.
Possui 27 quartos estando presentemente totalmente ocupado com 45 utentes, tendo várias pessoas em lista de espera.

- Outros Serviços
G.N.R (criada no ano de 1933, tendo sido instalada no dia 14 de Janeiro de 1934), Centro de Saúde, Secção dos Correios (o serviço de correios iniciou-se em Janeiro de 1856), Conferência S. Vicente de Paulo, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, Gabinetes de contabilidade, Optometrista, Mediadores de seguros, consultórios de Dentistas, Consultórios médicos de clínica geral, consultórios de advogados, praça de táxis.


DESPORTO CULTURA E LAZER

Na dinamização das actividades culturais e recreativas existe a Casa do Povo (teatro e espaço INTERNET), Ronda do Sol Poente (grupo de música popular que se dedica à recolha e divulgação de músicas e letras antigas e tradicionais), Grupo Etnográfico Infantil da Casa do Povo de Freixo (grupo folclórico que divulga as danças e cantares da região) e o Grupo de JOVENS Luz e Vida (centro de convívio e lazer da juventude de todas as idades).
Como estruturas de apoio às actividades culturais e recreativas existe: Auditório da Casa do Povo, Pavilhão Gimnodesportivo do Agrupamento Escolar, Piscinas cobertas, Polidesportivo ao ar livre, Escola desactivada das Barreiras a qual serve de sede e local de ensaios à Ronda do Sol Poente, ao Rancho Etnográfico Infantil, ao grupo de Jovens Luz e Vida, bem como à realização de formação profissional, prática de Karaté, etc.


FESTAS E ROMARIAS

As festividades usuais na freguesia são as de S. Cristóvão S. Silvestre e Srª da Cabeça (23, 24 e 25 de Julho), Senhor dos Aflitos, Santo Amaro e Santa Luzia (último Domingo de Agosto) e S. Sebastião e Senhora da Lapa (2º Domingo de Janeiro).
As festas mais antigas são as de S. Cristóvão, realizadas no monte do mesmo nome. Já em 1640 vinha gente da Galiza em romaria a estas festividades para venerar S. Cristovão.
A primeira referência existente na Junta de Freguesia sobre estas festas é de 1763 onde está registado no “livro de contas da festa de S. Cristovão dos milagres” receitas e despesas com as bandas de música, foguetes, ornamentações bombos e gaiteiros, orquestra de Penides, etc.
Num passado recente, os lavradores levavam os seus animais (bovinos) em romaria e a pé, ornamentados com ramos de flores e com os cornos abrilhantados com azeite, para a feira franca que se realiza no dia 24 de Julho. Hoje em dia, com a utilização de meios de transporte (camiões) esta prática caiu em desuso.
Fazia-se a romaria a S. Silvestre (três voltas à capela) para depois avaliarem “apreçarem” os seus animais. Os preços praticados eram uma informação importante para os lavradores que os utilizariam ao longo do ano a quando da venda dos seus animais.
A primeira feira do gado realizou-se no dia 24 de Julho de 1893 tendo sido pedido à administração de Ponte de Lima para fornecer a respectiva licença a 31 de Março desse mesmo ano, assim como a respectiva licença para 1 de Janeiro de 1894.


PATRIMÓNIO RELIGIOSO EDIFICADO

Igreja de Freixo
Reedificada em 1743, não se lhe conhecendo a sua tipologia primitiva. Podemos constatar a existência de alguns elementos tais como a cripta de S. Bernardo, sobre a porta lateral e a vieira ou concha de S. Tiago que se encontra sobre a porta principal de entrada da igreja virada a Poente, elementos estes que nos levam a supor que existiu outra igreja antes desta actual.
Constituída por três naves. O altar mor é ladeado pelo padroeiro S. Julião e sua esposa Stª Basilisa. Alem do altar mor existe ainda os altares de Senhora do Rosário, Senhora de Lurdes, Coração de Jesus, Senhor Crucificado e altar das Almas, todos eles com belíssima talha dourada.
Junto ao altar das Almas ou do Arcanjo S. Gabriel, encontra-se lavrada numa coluna em pedra, uma Bula datada de 18 de Maio de 1789 emanada pelo Papa Pio VI concedendo privilégio relacionado com as missas mandadas celebrar pelas almas do purgatório.
Esta igreja é rica em arte e simbologia cristã. Possui pinturas muito antigas no tecto alusivas à última ceia de Cristo e sua paixão.
Na área envolvente da Igreja paroquial temos também o salão paroquial, tendo sofrido recentemente obras de beneficiação, casa mortuária e recentemente construído um parque de estacionamento, ajardinado, com acesso ao adro da igreja por uma pequena escadaria.

Capela de S. Cristovão
Trata-se de uma construção antiga devendo, tal como a conhecemos, datar do início do século XVI, embora o sítio albergasse outro templo mais antigo que ao longo dos tempos foi sofrendo aumentos e reformas.
A primeira capela de S. Cristóvão, que era mais pequena que a actual, deve datar dos anos 850-950 e era na altura dedicada a S. Tiago, pelo facto de S. Cristóvão só ter sido reconhecido pela Igreja católica depois do Sec. XII.
Além de S. Cristovão, protector dos condutores e “advogado” do fastio, venera-se também nesta capela a Senhora da Cabeça.

Capela de S. Silvestre
Localizada no monte de S. Cristovão, junto à capela do mesmo nome, esta capela foi fundada em 1893.
S. Silvestre venera-se como protector dos animais, existindo registos que comprovam o culto a S. Silvestre a partir de ano 1850.

Capela de S. Sebastião
Sabe-se que esta capela foi fundada em 1577 por dois irmãos, Lourenço e Francisco Afonso da Costa.
Presume-se que no local possa ter havido uma pequena ermida, mais pequena do que a capela actual, tendo a encimar a sua fachada a sineira que se encontra sobre a parede da sacristia, denotando esta sineira muita antiguidade.
Tendo a freguesia como origem o lugar de Paçô, alguns estudiosos presumem que poderá ter existido neste local a primeira igreja da freguesia.
Venera-se o santo S. Sebastião protector contra a peste e a fome e a Senhora da Lapa, protectora das senhoras grávidas.

Capelas de Santo Amaro
Há na freguesia duas capelas dedicadas a Santo Amaro. Uma, particular, na Quinta de Curutelo em fraco estado de conservação, outra no Largo do Senhor dos Aflitos em bom estado de conservação.
A da quinta de Curutelo foi fundada em 1668, data gravada na padieira da porta. Quanto à do Largo do Senhor dos Aflitos pensa-se que a sua fundação será dos anos 1850, existindo referências suas em 1877, não havendo no entanto certezas.
Nesta capela venera-se Santo Amaro, evocado contra os males do reumatismo, epilepsia, gota e rouquidão, presumindo-se que esta imagem tenha vindo da capela de Curutelo..

 

Cruzeiro do Senhor dos Aflitos
Sobre o Cruzeiro do Senhor dos Aflitos, não há certezas sobre a sua data de construção. É provável que possa ter sido construído depois da data da reedificação da igreja ou seja após 1743.
Localizado no Largo do mesmo nome, é constituído por uma cruz, alta, em pedra com a imagem do Senhor Crucificado, ladeado por quatro colunas em pedra. No tecto temos pintadas as figuras dos quatro evangelistas S. Mateus, S. Marcos, S. Lucas e S. João, assim como pinturas dos instrumentos de tortura usados na crucificação de Jesus Cristo.
Na área envolvente, Largo Senhor dos Aflitos, podemos contemplar várias espécies de árvores ornamentais e florestais tais como freixos (um dos quais com um porte exemplar e único na região), tílias, nogueiras bravas, olaias, liquidambares, magnólias, ameixieiras e albízias.


Nicho da Senhora Aparecida
Pelo caminho interior que liga o lugar dos Carvalhos ao lugar de Paçô e encrostado na Quinta dos Carvalhos, temos o Nicho da Senhora Aparecida.
Conta a história que um viajante, numa noite se assustou com um cavalo negro muito grande que se atravessou no caminho. Assustado e aflito virou-se para o templo da Senhora Aparecida sito na freguesia de Balugães exclamando:”Valei-me Senhora, se me valeres prometo que mandarei aqui erigir um nichinho em madeira, em vossa honra”. O cavalo negro desapareceu e o viajante mandou construir o nicho em madeira dedicado à Senhora aparecida.
Em 1952, António Magalhães, vendo que o nicho em madeira se encontrava bastante degradado, procedeu ao seu restauro, tendo sido reconstruído em pedra com imagem em azulejo retratando a aparição em Balugães.
 

 
 
 

 

   
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